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Alunos da rede estadual de ensino são selecionados em projetos de pesquisa da UFT

14/08/2019 - Cláudio Paixão/Governo do Tocantins

Dentro da proposta do Novo Ensino Médio, de aprofundar conhecimentos em áreas de maior aptidão e interesse, três alunos do Colégio Estadual Angélica Ribeiro Aranha, de Porto Nacional, desenvolverão projetos de pesquisas aprovados no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic) para o Ensino Médio, em parceria com a Universidade Federal do Tocantins (UFT).

Os projetos selecionados, por meio da Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propesq), da Universidade Federal do Tocantins, foram divulgados na segunda-feira, 12. Os projetos de Bolsas de Iniciação Científica para o Ensino Médio, que contemplaram os alunos, atendem às condições estabelecidas no Edital n° 05/2019.  

Diante das perspectivas direcionadas pela nova Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e com o Novo Ensino Médio implantado no Colégio, os estudantes foram incentivados a participar do edital de pesquisas de cunho acadêmico-científico, com o objetivo de promover a aproximação dos alunos com o mundo da pesquisa universitária.

Foram selecionadas as seguintes pesquisas e os respectivos alunos: Porto Nacional em canto: histórias, tramas e dramas na cidade das músicas, Tharlles Rodrigues de Assis; A missionária que veio para ficar: educação, gênero e sociabilidades religiosas no norte goiano (1936 –1940), Diogo Alves de Sousa; A imagem como possibilidade de leitura da história do Brasil no livro didático do ensino médio, Leilane Gonçalves Pereira.

Para o aluno Diogo Alves de Sousa, do 2º ano do ensino médio, participar da pesquisa ajuda na preparação para o futuro. “É uma forma de me aproximar da universidade, além de contribuir para o processo de escolha do curso que eu vou fazer e trazer mais conhecimento para o nosso processo de formação”, ressalta.

De acordo com o professor e mediador do projeto, Rafael Machado, as pesquisas despertam o interesse dos alunos pela pesquisa e pela história de Porto Nacional. “Essa é uma forma de vivenciarmos as práticas do Novo Ensino Médio e fazer com que os alunos sejam protagonistas em seus processos formativos”, destaca. 

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